Nossa Equipe de Karatê e parceria

Nova Parceria da Equipe de Karatê

Como vocês todos sabem nossa equipe de karatê irá participar de um campeonato em São Paulo, e como parte do treinamento e condicionamento físico dos nossos atletas estamos sempre em busca de novas parcerias. Conseguimos uma parceria com o atleta, fisiculturista e multicampeão Fernando Sardinha.

Se você não conhece o curso dele, acesse esse site: wakingupcosts.net

Além da técnica o Karatê também exige forças nas pernas, pensando nisso nossos atletas vão ser treinados pelo Fernando Sardinha para melhorar o condicionamento físico durante os campeonatos. Nunca antes uma equipe de karatê foi acompanhe de perto por um fisiculturista, pois não é algo normal no mundo do karatê.

Muitos dos nossos atletas, no início, acharam estranho a nossa parceria com o Fernando Sardinha, mas no final todos estão vendo o quanto vai ser bom para todos. Alguns dos atletas já estão sendo treinados por ele e já estão sentindo a diferença durante os campeonatos. A resistência durante os combates tendem a ser muito maior, pois o fôlego do atleta aumenta muito.

Inclusive, já temos atletas que estão conseguindo lutar duas lutas seguidas sem precisar de pausa. Isso já mostra que nossa parceria com o fisiculturista deu certo. Logicamente que temos que tomar cuidado para que nossos atletas não percam a flexibilidade, pois ela é essencial para um atleta do karatê, mas já conversamos com o Fernando Sardinha sobre isso.

Bom, essa é uma das novidades para 2019 e estamos muito felizes em contar para vocês. Conseguir parcerias no esporte é a melhor forma de conseguir ótimos resultados. Vou deixar abaixo um vídeo de alguns alunos do Fernando Sardinha, pois o trabalho dele é incrível e tem ajudado muito a nossa equipe.

Vídeo dos Alunos do Fernando Sardinha

 

Caratê e o Campeonato

Um pouco da história do Caratê

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Os mais variados gêneros de luta foram criados e desenvolvidos pelos seres humanos, devido à sua necessidade de se defender, em várias épocas e locais do mundo.

E já estamos carecas de saber e já está provado que o Caratê é essencial para as artes marciais mais modernas. Mas infelizmente, o quê poucas pessoas sabem é que o Caratê moderno, que possui todos os sentidos e aspectos de uma luta, não é nada além do mais puro caráter primitivo. Muito eficiente e preparado para qualquer espécie de batalha.

Porém, uma época e uma região, de forma especial, deixou sua marca histórica quando falamos sobre artes marciais.

O campeonato de caratê em São Paulo

Antes de continuar com a história do caratê, gostaria de informar para vocês leitores que nossa equipe de caratê participará, no ano que vem, de um campeonato em São Paulo. Estamos treinando muito nossa equipe e atletas. O nosso objetivo é formar atletas campeões e futuros mestres na arte marcial caratê.

Gostaríamos de agradecer o patrocinador da nossa equipe de caratê, a empresa Aluga Máquina – locação de manipulador telescópico.  Toda a infraestrutura e centro de treinamento foi construído e desenvolvido com ajuda do nosso patrocinador Aluga Máquina. Isso mostra a importância de patrocinadores para o esporte em geral.

Sem nosso patrocinador seria impossível participar desse campeonato de caratê que acontecerá em São Paulo. Esperamos vocês no campeonato.

Continuando com a história do caratê

Por volta do século V, Bodhidarma, monge indiano, andou na direção da China para iniciar um monastério budista. Como ele era um seguidor budista, ele criou e desenvolveu técnicas sem utilização de armas chamada shao-lin-su-kempo.

O foco sempre foi manter a saúde e a auto-defesa onde, por meio de exercícios dolorosos, pretendiam com o fortalecimento do corpo chegar a paz de espírito e a proximidade de Deus.

Bodhidarma dizia aos seus subordinados que observando o modo em que os animais selvagens lutavam era possível desenvolver técnicas que estavam de acordo com seu espírito. Dessa forma, cada indivíduo teria seu próprio estilo de luta.

Milhares de anos após a morte do mestre, tivemos a super invasão mongol, dividindo único reino em vários. Nesse momento, a China estava dividida.

O Monastério foi destruído. Os monges foram para vários locais, difundindo seus conhecimentos estilos. Novas técnicas de luta foram aparecendo, após a ocupação forçada dos mongol e posterior retomada do controle pela dinastia Ming (Chinesa).

Naquele momento, o combate militar esteve aplicada a situação espiritual. A arte marcial se desenvolve e evolui seguindo as características, inteligência de seus mestres e das características e cultura do seu povo. O Caratê teve sua evolução apoiado em lutas chinesas, mongóis e do shao-lin-su-kempo.

Em Okinawa

Okinawa no japao

As trocas comerciais e culturais entre os chineses e as Ilhas vizinhas, gerou, exclusivamente em Okinawa, que antes pertencia ao chineses, a entrada da sabedoria das lutas chinesas.

Já no final da dinastia Ming, Okinawa começou a pertencer aos japoneses que a fim de enfraquecer uma possível reação do povo local, restringiu a utilização de armas.

Durante muito tempo a população estava sob pressão militar. A única forma da população se defender era utilizar o próprio corpo ou utensílios domésticos, por exemplo, cordas, mesas, vassoura, mãos, joelhos e etc. Acabaram-se formando em armas.

Treinos escondidos e discípulos escolhidos

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As técnicas eram desenvolvidas seguindo as características físicas e mentais de cada um dos mestres, da mesma formam os alunos.

Durante o século IX a XIX, o Japão se manteve isolado no período medieval, o que acabou contribuindo para que a população nativa desenvolvesse um jeito próprio de lutar, totalmente diferente de sua origem chinesa.

As classes dominantes japonesa exerciam uma forte perseguição chegando a ser comparado as perseguições sofridas pela capoeira durante o Brasil imperial.

Na entrada do século XIX, com o fim do isolamento, apareceram as armas de fogo intimidando pra valer a necessidade das lutas de corpo a corpo que por pouco quase deixaram de serem utilizadas como arte guerreira.

Junto com o século XX houve o ressurgimento das artes marciais, mudando seu foco de luta para a sobrevivência, utilizada na educação física, com fundamentos espirituais. Arte marcial que mais tarde passou a ser conhecida como Caratê.

Em meados de 1905, o Caratê passou a ser utilizado nas escolas de Okinawa como educação física. O mestre Itosu regulamentou Kata simplificados Heian ou Pinan (Paz e Harmonia), pretendendo uma iniciação ao aprendizado.

Já no Japão

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Depois de tanto tempo sendo ensinado em segredo, em 1916 um carateca teve a coragem de se apresentar publicamente longe de Okinawa. Esse carateca foi convidado para fazer uma demonstração no centro de artes marciais.

Depois de 3 anos, ele foi convidado para organizar uma grande demonstração em Tóquio. Esse convite foi enviado efeito pelo Ministério de educação ao carateca.

Foi um grande sucesso, tanto que o carateca foi convidado a morar em Tóquio, para dar aulas e palestras de Caratê.

No final, o carateca chamado Funakoshi viajou por todo o Japão para divulgar o Caratê.

Ele também deu aulas em várias universidades, onde o Caratê começou a ser estudado cientificamente, e como consequência, teve suas técnicas aprimoradas e também a criação de novos métodos de treinamentos sistemáticos.

Considerado o pai do Caratê moderno, Funakoshi transformou o Caratê de “Mãos Chinesas” para “Mãos Vazias“, mãos de liberdade em que KARA e TE agora tinham o sentido de se proteger desarmado e ter a mente liberta do egocentrismo e da crueldade, inseridos à palavra DO.

Que de certa forma, representa a nossa busca pelo caminho ou disciplina por toda a vida, construindo a nossa personalidade.

Depois de estudar em várias escolas, Funakoshi desenvolveu o estilo Shotokan, com base na filosofia Budo e do Zen-budismo.

Essa mistura tinha como objetivo facilitar a evolução espiritual e corporal, o que permitiu o desenvolvimento da autoconfiança, disciplina, controle, realização formando uma pessoa humilde e cortês perante a sociedade, porém valente para enfrentar as situações de injustiça. Sendo capaz de lutar contra centenas de inimigos se for necessário.

Inspirados no sucesso de Funakoni, vários mestres de Okinawa saíram da Ilha para espalhar e divulgar suas técnicas.

Hoje, existem quatro estilos principais, após a mistura do Caratê com a concepção japonesa de arte marcial.

Os estilos são:

  • Shotokan (Funakoshi);
  • Shito-Ryu (Mabuni);
  • Gojo-Ryu (Miyagi);
  • Wado-Ryu (Otsuka).